A loja do futuro não é uma loja

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Esta afirmação pode parecer estranha à primeira vista, mas quando pensamos no varejo e nas transformações que estamos presenciando na sua forma de existir o título deste post faz sentido.  Já falamos aqui sobre algumas tendências do varejo e constantemente ressaltamos a importância da experiência no processo de consumo. Não qualquer experiência, mas sim aquela que é relevante, significativa e memorável.

Ao nos depararmos com a história da marca Hello Love, reiteramos nossa teoria de que os espaços de varejo tendem a ser cada vez mais híbridos, unindo produtos e serviços com propósito de tornar o mundo um lugar mais humano e consciente.

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fonte: WGSN

A Hello Love, fundada por Jane Hutchison e Kevin Helton está localizada em Londres, na avenida Southampton Row, Bloomsbury e sua história une inovação e superação pessoal. Passados seis meses da abertura, Jane foi diagnosticada com câncer de mama e o choque da notícia fez ambos repensarem a direção do negócio. Sendo assim, além de continuar comprando produtos bonitos, o consumidor pode contribuir na arrecadação de fundos para a Hello Beautiful foundation (instituição de apoio a pessoas com câncer em funcionamento no mesmo espaço da loja) e também cuidar do bem estar do corpo e da mente.

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O local abriga diferentes projetos da dupla como um bar de sucos orgânicos, uma casa de chá, uma loja de arranjos de plantas e flores além de um coletivo de design entre outros. Além dos produtos há também um espaço para prática de terapias e atividades holísticas que ajudam a cuidar do bem estar do corpo e da alma a preços bem acessíveis, sendo que pacientes com câncer tem acesso gratuito às oficinas.

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Já o nome foi pensado para que pudesse combinar facilmente com as parcerias que viriam pela frente. Por exemplo, Selah Marley tem organizado diferentes eventos no espaço atualmente e por isso assina na vitrine o tema “Love Selah”. A próxima parceria será com Stella McCartney em uma experiência denominada “Hello Stella”.

Mais que uma loja, este exemplo (assim como tantos outros que poderíamos citar, inclusive aqui no Brasil, e que abordaremos em outros textos) nos mostra a vocação cultural dos espaços de varejo para se tornarem espaços de convivência e desenvolvimento pessoal e social.

Acreditamos fortemente que hoje no futuro as lojas serão pontos de encontro e convivência dentro dos quais consumir comprar produtos e/ou serviços será uma consequência da experiência vivida e do quanto ela pode contribuir para que sejamos pessoas melhores.

Fonte de pesquisa: WGSN

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